quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O Rock in Rio virou lixo. Agora sim, é pra valer!

Lembro-me de um Rock in Rio onde uma das atrações foi Sandy e Júnior: achei tão "nada a ver" que, sinceramente, não lembro das outras atrações!
Mas, cara, confesso que fiquei chocada, mais do que poderia prever, quando vi o anúncio das atrações da primeira noite. (Eu bem que sentia que algo de sinistro iria surgir - depois de Sandy e Júnior, tudo pode acontecer).
Katty Perry, Rihanna e Cláudia Leite! Acho que só não vomitei porque ainda não havia jantado.
Vá lá que eu seja polêmica entre os meus conhecidos por não saber respeitar os gostos musicais que julgo medíocres. Claro que acho que esse show de horrores que vai tocar no Rock in Rio deste ano não é música. Mas a questão é ainda mais profunda e óbvia: cadê o Rock??? Que diabos é esse Rock in Rio, que eu já não sei mais??? Sim, porque lembro desse evento em sua forma realmente aceitável, porque era bom, porque era Rock. E olha que eu era criança.
O que realmente importa  nesse evento? Parece que ele tem que ser o mais comercial possível, né? Que nojo! Estou decepcionada com a atitude desprezível dos organizadores desse que já foi um grande evento. Acaso eles acham que aqui no Brasil o público do Rock não é suficiente pra lotar aquela porcaria?! Ah, já sei: eles são muito fofos e querem promover um evento eclético, pra ninguém ficar tristinho! Se é assim, acho que já passou da hora de mudar o mais importante agora: o nome do evento, porque o atual não cabe mais. Pra mim, acabou! Nem sei se vou ter coragem pra ver o que ainda restou de bom por lá.!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Maria Bethânia: verdadeiro espetáculo!

A quem nunca foi a um show de Maria Bethânia, recomendo que vá assim que tiver oportunidade. E quem já foi, sabe do que estou falando. Sim, estou falando de um espetáculo de verdade, da incomparável presença de palco de uma das maiores intérpretes do Brasil. É tudo um show de interpretação que encanta deveras. Maria Bethânia em seu show nos dá a impressão de uma belíssima atuação em um teatro.
O show de sábado passado na praia com chuva me rendeu uma gripe, mas valeu! Eu não poderia ter deixado de ir!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Beber pra esquecer

Eu não entendo por que muita gente diz que bebe pra esquecer! Difícil entender, já que comigo ocorre o contrário: quando bebo lembro mais ainda, aliás, lembro com força! Não é à toa que quando estou acometida por algum dissabor, quando começo a beber, automaticamente choro. Às vezes começo a rir desesperadamente e, em seguida, começo a chorar. (Já paguei altos micos! Se é que chorar em público é mico.)
Aproveitando pra levantar outro subtema, muita gente fala que só cometeu algo que não queria porque estava bêbado. Eu afirmo o contrário. Quando se está ébrio é o momento ideal pra gente fazer aquilo que estava com vontade, já que aí deu coragem. E afirmo isso por experiência própria. O que acontece é que às vezes comete-se excessos, faz-se o que queria, mas meio extrapolado.

Por que a gente bebe?

Você, eu não sei, mas eu bebo porque é agradável a sensação de desprendimento e relaxamento que o álcool provoca. Só isso? Certamente. Há quem diga que adora uma cervejinha, ama vinho, é louco por wisky, não resiste a uma vodka. Pois eu, francamente, digo que não resisto a uma água de coco.
Entendo perfeitamente as pessoas que dizem que não gostam de beber, já que o sabor das bebidas alcóolicas geralmente não é muito bom. Já reparou na careta sobrenatural que as pessoas fazem ao entornar uma dose de cachaça? Pois é.
E até hoje é assim. (Comecei aos 16). Bebo pra ficar mais animada e relaxada. O que mudou é que agora sei do meu limite!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sobre os homens (ou sobre mim?)

Preciso decidir entre odiá-los ou amá-los (ou, ao menos, admirá-los). Apenas desejá-los é insuficiente. É preciso algo forte, que me faça forte!

domingo, 8 de agosto de 2010

Pelo direito de ser gay

A questão da opção sexual é um tema um tanto debatido e polêmico desde sempre. E eu me pergunto: que diferença faz a opção sexual de cada um? E será que isso é mesmo (sempre) uma opção, uma escolha? Porque há coisas que são e apenas são, não se explicam.
As pessoas acham que homossexualismo é uma escolha, mas que heterossexualismo não é. Em outras palavras (nessa suposta visão), se nasce heterossexual e se transforma em homossexual devido a uma espécie de transtorno psíquico ou até memo para chamar a atenção. É essa a opinião dos que acham um absurdo ter a opção sexual diferente da da maioria das pessoas.
Se é escolha ou não, a verdade é que isso não muda nada. Não muda o caráter, não muda a personalidade, não muda o amor.
Por que não admitir que ser gay faz parte da natureza humana? Por que não admitir que gostar de homem ou de mulher é absolutamente normal, não importando de que gênero parta esse gostar?
Os religiosos condenam o homossexualismo, alegando que Deus o condena. Por que Deus condenaria algo que não implica qualquer mal ou dano à natureza e aos seres vivos? A religião se mostra descaradamente contraditória quando, ora diz que Deus é amor, e ora diz que esse mesmo Deus não permite a união homossexual. Ora, se Deus é amor, como pode Ele não aceitar o amor? Pois amor é amor, não importando de que maneira se manifeste.
 O ser humano que discrimina outro só por ser homossexual prova que não evoluiu, uma vez que está rejeitando um igual, o qual conseguiu se adaptar a novas circunstâncias.
É preciso aceitar e, pra começar, algumas ideias precisam ser consideradas:
  1. Todos somos absolutamente iguais (homo ou hetero).
  2. É importante colocar-se no lugar do objeto discriminado, pra tentar se imaginar sentindo na pele o que ele sente.
  3. Qualquer um pode virar gay. É engano se achar imune a isso!
  4. O que importa é a paz e o amor. Se faz bem, tá valendo.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A primeira frustração a gente não esquece!

Hoje, estudando sobre o espaço sideral, encontrei algo que me fez relembrar uma antiga frustração. Talvez tenha sido minha primeira grande frustração. Foi em 1986, quando eu estava com 5 ou 6 anos, quando ocorreria a passagem do cometa Halley. A expectativa foi excitante, mas eu acabei não vendo a passagem do cometa. Lembro-me que fiquei frustrada na época. Frustração que dura até hoje, porque as frustrações são praticamente incuráveis!